Hoje me peguei numa situação critica, no mercado, sessão beleza, empurrando o carrinho, vendo na TV de plasma do Wall Mart Bubbly da Colbie Caillat, e é obvio, cantando.
Ai me surgiu uma imensa felicidade/satisfação sem maiores fundamentos, estava contente por estar no mercado escolhendo detergentes, tarefa que na maioria das vezes é árdua e feita de má vontade.
Comecei a refletir sobre os últimos anos de vida, e como eu costumo questionar tanto tudo, e agora me sinto tão bem, em encontrar satisfação em não fazer nada, em ter os amigos que eu tenho, sim, em amar as pessoas que eu amo, sim, ouvir a musica que eu gosto no mercado, sim; mais sem maiores complicações.
A cada dia que passa, sinto uma pontadinha de vontade de poder viver tudo de novo, achando que não tem como ser melhor, e a cada dia que passa me surpreendo e vejo que as coisas so ficam melhores.
Durante toda essa maré de pensamentos reflexivos, tenho um acesso de riso contido no meio da sessão de laticínios, por motivos internos (CVNB).
Comprei duas sopas instantâneas que estava com vontade faz tempo, e vi uma sena que prova (mais uma vez) que doces causam reconciliações/bem estar/sentimento de carinho quando:
Três gerações de mulheres (vó, mãe e neta) andando juntas nos corredores quando a vó pega uma caixinha de leite condensado e diz:
- vamos levar? Ai nos fazemos um brigadeiro!
- é , eu tenho o achocolatado! – diz a mãe
- e comemos sentadas no sofá! – neta.
E ai, lugar de ser feliz não e supermercado?
M. ( dia 7 de setembro)
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
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