Maria alice vai tentar cantar a musica da pipoca:
Uma pitoca puta axunto na panelaaa!
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Bilhetinho:
Gabi: mas Rafa, não pode ser memórias póstumas!
ninguém escreve um livro depois de morrer.
Rafa: se você for espírita..
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Quinta feira, bem tarde da noite, Gabi e Maria procurando atividades
para a gincana do dia seguinte.
Gabi começa rir.
Maria pergunta: que que fooooi?
Gabi: gincana de CHUCHAR folhas!
duas: HAHAHAHAHAHA
se você não acredita, nós provamos: http://www.ja-online.net/ajudaja1.asp?Contador=4277
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Edgar (professor) chega ao lado da Rafa e cochicha em seu ouvido:
como você está bonita hoje. eu tava com saudadiiis:)
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Tonhão vira pra mim e pergunta:
-Nana, aquele é o tratado de CORDEILHAS?
-Não tonhão. é de TORDESILHAS.:)
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acrescentem mais coisas meninas, porque a memória tá falhando:)
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
-Se.
terça-feira, 26 de maio de 2009
vem comigo?
me desculpe, realmente me desculpe. Eu e meus sentimentos monotonos e imutaveis, ao mesmo tempo que indecisos e constantemente perdidos na inconsequencia das decisoes que devem, ou nao, ser tomadas. Dificil, sim, mas quem sabe nao, mas a melhor parte e que sempre tem o lado positivo, a chamada do coraçao para a mente, a cobrar! que cara-de-pau; ele sempre inventa dessas, descabela, agita, para. Acalma, alivia, mais nunca, nunca responde. Ate que um dia... -PLUFT. surge em meio ao box do seu banheiro e te diz: hehe, errou novamente! ate que voce amarra-o, amordaça-o e o ameaça de morte. Mas se ele morrer eu vou junto! Ah, queria nele mais realismo, e nao essa linguagem barroca japonesa em braile. Me ajuda vai?
Me leva pra longe, me deixa viajar nos confins dos meus sonhos.. diz que vale a pena, me mostra a felicidade quando olhar no espelho! Diz que vai embora, mais volte, e traga consigo um novo pedaço de mim. Dificil, nao, quem sabe nao, mas falta força de vontade. Se voce esta em mim, eu nao vivo sem voce e voce nao tem serventia sem mim, entao pra que eu precisaria de mais alguem? Entenda, eu e voce nao somos nada sem eles. Eles ja fazem parte de mim, quer dizer, de nos. E ele, hm.. ainda tem ele. Descarregou as mais altas doses direeeeto em voce. PA. Derrubou nos dois.
Agora eu so tenho voce pra me dar a mao. Engraçado. Mas ja me basta. Juntos somos fortes, eu sei que somos, nunca deixamos de ser, mas so percebemos quando somos postos a prova. A gente deu o nosso melhor, sabemos disso, nao eximos mais do que deveriamos, mas eu nao pude te enganar! Eu nao posso fazer isso, o pior engano e o a nos mesmos. Temos ainda uma camisa de força pra desatar, e depois amarramos laços de setim. Voce vai ficar lindo. Voce e lindo.
M.
Me leva pra longe, me deixa viajar nos confins dos meus sonhos.. diz que vale a pena, me mostra a felicidade quando olhar no espelho! Diz que vai embora, mais volte, e traga consigo um novo pedaço de mim. Dificil, nao, quem sabe nao, mas falta força de vontade. Se voce esta em mim, eu nao vivo sem voce e voce nao tem serventia sem mim, entao pra que eu precisaria de mais alguem? Entenda, eu e voce nao somos nada sem eles. Eles ja fazem parte de mim, quer dizer, de nos. E ele, hm.. ainda tem ele. Descarregou as mais altas doses direeeeto em voce. PA. Derrubou nos dois.
Agora eu so tenho voce pra me dar a mao. Engraçado. Mas ja me basta. Juntos somos fortes, eu sei que somos, nunca deixamos de ser, mas so percebemos quando somos postos a prova. A gente deu o nosso melhor, sabemos disso, nao eximos mais do que deveriamos, mas eu nao pude te enganar! Eu nao posso fazer isso, o pior engano e o a nos mesmos. Temos ainda uma camisa de força pra desatar, e depois amarramos laços de setim. Voce vai ficar lindo. Voce e lindo.
M.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
acaba?
O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.
Paulo Mendes Campos
Paulo Mendes Campos
domingo, 24 de maio de 2009
-CCM.
Sabadão de sol, aluguemo foi um busão, pra leva a galera, pra capacitação. (aê, rimoou)Chegando lá, foi tão legal. Toquemo varias musica! O povo, foi tão legal. Comemos até dizer chega, fizemos orações diferentes, o perottinha se revoltou e tacou um tênis na hora da oração deele.
Fofocamos no nosso "quarto" que era o auditorio até 3 da manhã, roubamos comida da cozinha, roubamos coca-cola da cozinha, sem NINGUEM perceber(sarcasmo intenso aqui). ahahaha.
Fofocamos no nosso "quarto" que era o auditorio até 3 da manhã, roubamos comida da cozinha, roubamos coca-cola da cozinha, sem NINGUEM perceber(sarcasmo intenso aqui). ahahaha.
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