Chegamos atrasadas depois do recreio (chocantemente surpreendente nao?!) e ficamos pra fora, nos e mais umas dez pessoas da nossa sala!
Indo pro silvio (correndo, por ate pra isso a gente tava pra tras), Maria Alice poe acidentalmente o pe na frente de ana gabriela, que cai no chao e desliza uns tres metros ate se encontrar com uma parede! Criaturas do Mal, começam a rir feito loucas no corredor (com a prof luciana olhando extremamente desconfiada, e com aquele olhar de desprezo de "vcs sao mt felizes" que ela reserva especialmente pra nos), Maria Alice depois se ajoelha no chao e pedi perdao pra ana gabriela ( muitas pessoas olharam isso com uma pequena malicia, mas fazer o q?!)
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Rafaela se lembra que esqueceu de pegar o primo Basilio na biblioteca.
G- In your but, in your but, Primo basilio in your but!!
R- Se estiver, tira, pq eu preciso começar a ler!!!
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Maria solta: -a bunda do * é como o king kong abrindo a janela e gritando mamãããe!
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Sexta feira de tarde, Gabi e Maria depois de um terere com suco de pera, e derretidas de tanto calor, procuram joão antonio para ir embora.
Maria se faz de louca e começa a correr com os braços abanando e berrando joaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao antoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooniôôôôôôôôôô!
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
uma conversa com o sol;

o céu estava azul, com 2 ou 3 nuvens grandes e branquinhas. me deitei de costas na grama. o sol aquecia cada partezinha do meu corpo. mas a sensação era boa, eu podia sentir a grama gelada nas minhas costas. me perguntei (até acho que foi em voz alta) porque o céu é azul, e entendi porque dizemos que Deus está lá.o céu está sempre presente, mas ao mesmo tempo,tão distante! fechei os olhos, e me senti inquieta. por não estar fazendo nada. passou um tempo. o sol começou a me incomodar. desejei, sem saber o que pedia, ficar na sombra. uma daquelas nuvens que eu tinha admirado o cobriu. passei a sentir frio, e me arrependi de ter desejado que ele se fosse. agora, ele já não me irritava mais.demorou. não tanto, mas me pareceu uma eternidade. ele voltou. e fiquei grata por ele ter entendido, tudo aquilo que senti, mesmo sem eu ter dito uma palavra.me senti bem..fiquei calma, não sei dizer bem ao certo. acabei pegando no sono. e uma lambida de cachorro na orelha me acordou. dei risada, de mim mesma, por ter me assustado com uma besteirinha. me senti mais feliz do que tinha me sentido antes.foi perfeito, e isso não é uma coisa que se diz sempre. voltei pra dentro de casa. e só o que consegui fazer foi sorrir:)
G.
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