então eu falei: beija o meu pé(que tava parecendo um croquete, cheeio de areia).
e ele beijou. então eu tive que correr, as pessoas olharam, ele fala sobre isso todos os dias,etc.
mas eu ainda me vingo. ele VAI gritar que é o pikachu um dia, eu espero.
sou paciente.
G. (lado certo da história)
Eu e a Gabi passeando na praia umas 6 horas da tarde, pôr-do-sol. Caminhamos na beira do mar e conversamos até sentarmos. A gente decidiu fazer um jogo e quem perdesse pagaria um mico. A Gabi sugeriu que o mico seria cacarejar quatro metros (não sei como ela ia medir esses quatro metros). O problema era achar um jogo que os dois tinham a mesma chance de ganhar.
Como a gente não achava um jogo ficávamos pensando em micos, até chegar no “correr pela praia gritando ‘eu amo pokemon’ rodando a camiseta”. Pedi pra ela pensar alguma coisa que se eu fizesse, ela pagava o mico. A primeira coisa que ela pensou foi beijar o pé dela. Na mesma hora falei ‘ta bom’ e beijei. Segundo ela o pé tava lotaado de areia, mas nem tava. Tava meio limpo por causa do mar.
Lá foi ela pagar o mico, e ainda teve que ir duas vezes porque parou na primeira quando um homem olhou beem estranho pra ela. Ela queria que eu gritasse ‘eu sou o pikachu’, e ainda quer. Mas não grito neeeeem morto!
Rapha (o que contou a história de verdade)