quarta-feira, 24 de setembro de 2008

menos acordes e mais suingue;

Primeiro quero pedir desculpas por qualquer hipocrisia que pode vir a ser cometida aqui, pois estou realmente de cabeça quente com tudo isso que esta acontecendo:
é essa característica predominante nos seres humano que tem de sempre arrumar questionamentos, duvidas e suposições nas coisas mais simples, que vem chateando o meu dia-a-dia.
Por que, não há mais nenhum dia de paz em que eu não precise ouvir as mais bitoladas historias, sobre os mais diversos temas que predominam em minha vida, desde um simples cobertor jogado no sofá, ate questões existenciais de conduta. Posso estar sendo dramática, mais ultimamente tenho sentido que por mais que eu me esforce para agradar, fazer as coisas certas, eu ainda continuo fazendo TU-DO errado.
Sabe, as pessoas procuram por coisas tão complexas, procuramos entender o que sentimos, queremos saber de tudo, das mais extremas situações, queremos resolver os nossos problemas, os problemas dos outros, queremos ser amados, queremos que nos amem, queremos trabalhar nossa auto-estima, queremos ser aceitos, queremos analisar as situações, definir o bem e o mal, saber o motivo de tudo. Não vejo isso como uma coisa ruim, muito pelo contrario, não seriamos racionais se não nos questionássemos tanto.
Mas o ponto é, porque as pessoas instem em questionar a minha vida? não sou ninguém que possa tomar conta total do meu próprio nariz, preciso sim, de alguns puxões de orelha, algumas cobranças, mas tudo isso vem sendo excessivo e eu acho que nos meus quase quinze anos de vida, algumas noções de independência eu já tenho. Quando finalmente acho que tomei as rédeas da minha vida, chega alguém, e me diz que não, esta errado e que, mais uma vez eu deveria repensar minhas ações.
Acho que pela primeira vez eu tenho certeza do que estou fazendo.
Não procuro esconder nada de ninguém, sempre botei as cartas na mesa, e agi da forma mais transparente possível, mas não sei se daqui pra frente vai continuar assim. Mas repito, estou num momento de crises, portanto nada é 100% concreto.
To com vontade de cantar uma musica caipira na beira do rio. No momento esse é o meu consolo.
M.

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